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Grande experiência internacional marca participação de Patrícia Fontana no Mundial de Ginástica Rítmica

Grande experiência internacional marca participação de Patrícia Fontana no Mundial de Ginástica Rítmica

Coordenadora do GNU atuou no 41º Campeonato Mundial de GR, realizado pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro

28 de agosto de 2025

A coordenadora de Ginástica Rítmica do Grêmio Náutico União, Patrícia Fontana, integrou a equipe de trabalho que atuou no 41º Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, disputado entre os dias 20 e 24 de agosto, nas arenas Carioca 1 e 2, no Rio de Janeiro. Esta foi a primeira vez que o Mundial foi realizado no Brasil e na América do Sul.

 

Convidada pela primeira vice-presidente do Comitê Técnico de Ginástica Rítmica da Federação Internacional de Ginástica (FIG), a brasileira Márcia Aversani, Patrícia atuou na área de recursos de nota. Árbitra internacional, ela explicou a importância da função desempenhada no evento.

 

“Como eu já tenho bastante experiência, fui convidada para ajudar nessa parte de recursos. Fiquei dentro do FOP, onde acontecem as apresentações, acompanhando toda a competição de perto. Foi a realização de um sonho, porque sempre quis ver um Mundial e, pela primeira vez, isso aconteceu no Brasil”, contou.

Patrícia atuou na mesa de solicitação de recursos de notas
Patrícia atuou na mesa de solicitação de recursos de notas
A Coordenadora de GR do União com os árbitros da América Latina e de Portugal
A Coordenadora de GR do União com os árbitros da América Latina e de Portugal

Durante os dias de competição, Patrícia teve contato direto com autoridades da modalidade, como o presidente da FIG, Morinari Watanabe, o presidente da Federação Italiana de Ginástica, Andrea Facci, a Presidente do Comitê Técnico da GR da FIG, Noha Abou (Egito), além das Vice-presidentes Maria Petrova (Bulgária) e Márcia Aversani (Brasil). Também esteve com Teresa Marinelli, do setor técnico de atividade internacional da Federação Italiana de Ginástica, e com o presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Henrique Motta.

 

“O Mundial possibilitou muitos contatos com dirigentes, treinadores e árbitros de diversos países. Essas trocas são importantes para abrir caminhos em estudos, estágios e novas oportunidades, tanto como árbitro quanto como treinadora”, destacou.

A coordenadora do GNU também acompanhou de perto a participação histórica da Seleção Brasileira de Conjunto, que conquistou duas medalhas de prata, a primeira vez que o país alcançou esse feito em um Mundial.

“O ginásio veio abaixo na apresentação do Brasil. A torcida cantava junto e foi muito emocionante ver as meninas conquistarem duas pratas dentro de casa. Esse resultado é fruto de um trabalho de longo prazo e marca para sempre a história da ginástica rítmica no país”, disse.

 

Além dos resultados, Patrícia ressaltou a organização do evento e a recepção brasileira aos participantes. “As delegações elogiaram bastante o Brasil pela estrutura e pela forma acolhedora como foram recebidas. A torcida apoiou todas as equipes e isso fez diferença para o clima da competição”, disse.

 

O Mundial no Rio de Janeiro reuniu ginastas de todos os continentes e contou com a presença de algumas das principais referências da modalidade. Para Patrícia, a experiência ampliou ainda mais a visão sobre a ginástica rítmica mundial.

 

“Foi inesquecível acompanhar as melhores ginastas do mundo tão de perto e ver de dentro do tapete como funciona um evento dessa dimensão. É uma vivência que vai contribuir muito para o trabalho que desenvolvemos no GNU”, concluiu.

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